Minha empresa quer ser digital. Por onde começar?

6 dicas para sua empresa começar a ser digital

Um levantamento realizado pela Spiceworks mostrou que 89% das empresas entrevistadas esperavam que seus orçamentos voltados à Transformação Digital crescessem ou ficassem estáveis em 2019.  Essa estatística só demonstra que a largada em busca da transformação digital já foi dada faz tempo e, portanto, vários negócios já estão avançados ou se antecipando às necessidades dos seus clientes e do mercado.

Atualmente, mais da metade das buscas por serviços e produtos começam pela Internet e, mesmo em um ano difícil, o e-commerce no Brasil cresceu 12,1% no primeiro semestre de 2018 em relação ao mesmo período do ano passado. Esses números reforçam ainda mais o tamanho do mercado e da oportunidade comercial de alavancar negócios pelo meio digital.

Ainda dá tempo da sua empresa começar a se beneficiar com a transformação digital. Não existe um roteiro único, nem uma estratégia mágica na internet que funcionará exatamente para você, porém, abaixo selecionamos algumas iniciativas simples para quem está empreendendo se destacar no mercado:

 

 1. E-mail corporativo

Ter um e-mail corporativo, por exemplo, pode acrescentar valor ao seu negócio, por inúmeras razões. É uma atitude que mostra que a empresa é comprometida com a qualidade da comunicação com o cliente, mantendo um endereço eletrônico curto e claro, isto é, passando uma informação precisa. Trata-se de um passo que gera mais credibilidade, no intuito de auxiliar no marketing do negócio.

 

 2. Site profissional

É fundamental, ainda, ter um site, que pode funcionar como o primeiro canal de contato entre seu negócio e seu público-alvo. Nesse caso, uma boa primeira impressão é essencial para que os visitantes se transformem efetivamente em clientes no futuro.

 

 3. Marca, identidade visual e comunicação

Procure desenvolver uma marca com identidade visual e comunicação clara, porque essa é a imagem que você vai projetar no mercado. Evite usar um logo caseiro, pois este poderá refletir um amadorismo, e seu cliente tende a ficar reticente em contratá-lo. Conte, ainda, com o auxílio de um profissional de Design e Comunicação, para apresentar sua empresa por meio de cores e mensagens claras, facilitando a compreensão do cliente em relação aos seus serviços e produtos. Aplique a marca e identidade visual da empresa no seu site, cartão de visita e apresentações.

 

4. Blog

Se você gosta de escrever, outro passo importante para alavancar uma estratégia é criar um blog, que mostre que você é quem mais entende sobre determinado assunto. Vale a pena publicar textos variados a respeito do mesmo tema, para que o público note o quanto sua empresa está preparada para atendê-lo, agregando valor e fazendo com que você se diferencie das concorrentes.

Não se preocupe se escrever não é a sua praia. Há outras estratégias digitais efetivas, como redes sociais, e você sempre poderá contar com o apoio de um redator profissional.

 

5. Redes Sociais

Crie o perfil da sua empresa nas Redes sociais, como Facebook, Instagram e LinkedIn. Preste atenção na rede social preferida do seu público-alvo para otimizar esforços e recursos. Publique conteúdo relevante com frequência e torne sua página uma referência para seus clientes.

Não subestime o tempo que leva para produzir conteúdo relevante, divulgar e interagir com o seu público. Recomendamos contratar uma empresa profissional especializada em redes sociais, para que você possa focar o tempo na gestão do seu negócio.

 

6. Cartão de Visita

Por fim, uma dica legal é utilizar o QR Code no cartão de visitas, que é uma solução tão útil quanto criativa. O código pode ser lido por qualquer aparelho celular ou tablet que possua uma câmera simples e um aplicativo específico, em geral, gratuito. Com uma foto, os clientes conseguirão guardar seu contato no celular e acessar seu site ou rede social. É uma ótima forma de integrar ações offline ao mundo digital.

A recomendação, portanto, é planejar. Não basta implementar pequenas mudanças, mas sim focar em uma estratégia de longo prazo, otimizando tempo, recursos financeiros e, principalmente, projetando uma imagem profissional ao mercado.

 

Há 2 anos, a Digital Bees auxilia empreendedores a estabelecer a sua estratégia de comunicação no mundo digital, bem como orienta seus clientes em relação às tecnologias mais modernas no mercado. Se você deseja tornar seu negócio mais digital, entre em contato conosco e conheça nossa apresentação digital.

E-mail: contato@bees.digital

Tel./WhatsApp: 11 97129-8391

IOT (Internet das Coisas) no marketing e no ecossistema digital brasileiro

Quando falamos de tecnologia no Brasil, o cenário da Internet das Coisas se demonstrou bastante promissor quando analisamos os dados do estudo “Internet das Coisas: um plano de ação para o Brasil” que avalia que em 2025, 200 Bilhões de reais serão movimentados. Além disso o IDC Brasil previu que mais de 8 bilhões de reais serão investidos no setor somente em 2018.

Este cenário é bastante promissor para o agronegócio e indústrias de base no Brasil, já que são setores de grande peso no PIB brasileiro e foram destacados no estudo do BNDES. E para o universo do marketing, um novo universo de possibilidades de ações de marketing e canais são abertos com a Internet das coisas. Alguns exemplos são:

1) Experiência do usuário no varejo

Dispositivos no varejo poderão enviar informações para os clientes, conforme exemplo dado no artigo da ComputerWord.

2) Weareables

Umas vez que nossos relógios estão conectados a internet, serviços de notificações podem ser habilitadas quando o usuário passa por alguma promoção. Outros dispositivos, abrem a possibilidade de monitorar indicadores de saúde abre uma gama de serviços enorme para a área da saúde. Poderia ser ofertado remédios, alimentos e consultas conforme o bem-estar do paciente.

3) Smart Cities e Mobilidade Urbana

Desde postes de iluminação a carros automáticos, todos esses dispositivos com internet podem se comportar de forma a se adaptar ao comportamento das pessoas que estão por perto de acordo com seus dispositivos. Uma pessoa poderá ser impactada com um anúncio segmentado de acordo com as suas preferencias por mídias nestes dispositivos, assim como serviços adicionais que tenham a ver com a sua jornada.

No geral, do ponto de visa de marketing, a partir do momento que objetos passam a ter acesso a internet e por consequência a armazenar e processar dados de comportamento das pessoas, um novo cenário de oportunidades é aberto para a indústria de mídia.

A Internet das Coisas, além de ser uma ferramenta para trazer mais informações para campanhas de marketing, ela mesmo poderá ser a mídia que cruzara informações de acesso de uso da internet, para trazer ainda mais uma experiência única e customizada as pessoas.

Visto essa possibilidade de cruzar dados e ter vários dispositivos conectados entre si, as máquinas vão aprender a prever nosso comportamento trazendo conveniência ao dia a dia. E, principalmente poderão tornar a experiência de ofertar serviços e produtos tão natural ao ponto de anúncios, embora mais invasivos, se tornarem praticamente imperceptíveis.


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Fontes:

https://blog.opinionbox.com/internet-das-coisas-investimento-iot-no-brasil/

https://canaltech.com.br/internet/iot-internet-das-coisas-e-o-brasil/

https://computerworld.com.br/2018/01/22/5-projecoes-para-o-mercado-deiot-no-brasil/

https://www.valor.com.br/empresas/5293469/internet-das-coisasmovimentara-us-8-bi-no-brasil-em-2018-estima-idc

https://blog.hubspot.com/marketing/6-predictions-for-the-convergence-of-iotand-digital-marketing

• https://data-flair.training/blogs/iot-applications-in-media/

Realidade Virtual ou Aumentada

Tecnologias imersivas abrem um novo canal de Marketing

Realidade Virtual ou aumentada utilizam tecnologias imersivas que fazem a integração de conteúdos virtuais com o ambiente físico. No marketing, é importante entregar a melhor experiência de usuário possível e o avanço da tecnologia permitiu a abertura de um canal novo a ser explorado, tanto para divulgação de campanhas, como para a adoção de produtos e serviços.

Apesar do conceito ter sido introduzido há alguns anos, as tecnologias imersivas ainda não estão maduras no mercado.

“Cerca de 46% das empresas acreditam que as tecnologias se tornarão mainstream em suas organizações nos próximos 3 anos, enquanto outros 38% prevêem que ela será predominante em seus negócios nos próximos 5 anos.”

Fonte: Estudo divulgado no site DefesaNet pelo Instituto de Pesquisas da Capgemini (Out-2018)

Desafios e Limitações

Tendo em vista um horizonte de mais 3 ou 5 anos para as tecnologias imersivas adotarem um papel protagonista nas empresas, há por enquanto algumas barreiras para a ampla penetração dessa inovação:

  • Experiência do usuário limitada – Ainda são muitos os usuários que reportam uma certa tontura ou enjoo ao usar aparelho de realidade virtual. 
  • Custo de Desenvolvimento e falta de experiência – por ser uma tecnologia nova ainda há poucos profissionais capacitados na área e o custo de desenvolvimento ainda é alto.
  • Consumo de bateria e o peso/ inconveniente do smartphone preso a cabeça – a tecnologia atual é predominantemente dependente de smartphones e suas limitações de recursos.

Oportunidades e Cases de Sucesso

Por outro lado, em um cenário em que 80% dos usuários usam Smartphones, o celular se tornou o dispositivo mais conveniente até o momento para a aplicação de tecnologias de realidade virtual e aumentada, mesmo que necessite muitas vezes de acessórios para melhorar essa experiência.

A realidade virtual, aumentada e outras formas de tecnologias imersivas trazem benefícios enormes para as empresas e pessoas:

  • Oportunidade de demonstrar protótipos de produtos ainda não desenvolvidos. Ex.: Imóvel na planta ou decoração (Aplicativo Ikea)
  • Entretenimento. Ex: Jogos (Pokemon Go)
  • Saúde. Ex.: Aplicativos para reabilitação e fisioterapia (Aplicativo da Vacina Infantil)

IKEA

O aplicativo da Ikea é impressionante e imponente na hora de usar. Não é possível mensurar com precisão os resultados em vendas de móveis pela empresa, mas a Ikea certamente se beneficiou da cobertura da mídia, e as buscas pela palavra Ikea despontaram no Google Trends logo após o lançamento.

A Ikea conta com uma vantagem em relação aos seus competidores por ser o primeiro varejista do segmento a investir neste tipo de tecnologia e ficou por um tempo no topo da Apple Store.

POKEMON GO

Já o Pokemon Go, foi o jogo mais famoso e que obteve o maior sucesso neste tipo de experiência. Além de uma grande adoção do público no Japão, os desenvolvedores do app encontraram um jeito de monetizar com o aplicativo no McDonalds. Estima-se que no pico do sucesso do jogo, $900,000 foi faturado por dia para Niantic. Assim sendo, não somente foi um sucesso absoluto com o público jovem, mas também se mostrou uma forma rentável de monetização e de aumentar o fluxo de pessoas em lojas e estabelecimentos.

Para concluir, segundo a UK Consultancy, a realidade virtual e aumentada devem alcançar um valor de mercado de $170 bilhões em 2022 e não somente da indústria de entretenimento ela será composta uma vez que grandes investimentos também estão sendo realizados no varejo, nas áreas de educação e saúde.

 


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Fontes:
http://www.defesanet.com.br/tecdi/noticia/30735/As-tecnologias-imersivas-chegaram– realidades-aumentada-e-virtual-serao-mainstream-em-operacoes-de-negocios-nos- proximos-3-anos/

https://www.thinkwithgoogle.com/advertising-channels/mobile-marketing/device-use- marketer-tips/
https://www.linkedin.com/pulse/ikea-place-augmented-reality-app-success-saul-delage/ https://techcrunch.com/2017/05/31/pokemon-go-sponsorship-price/

https://www.consultancy.uk/news/17876/virtual-and-augmented-reality-market-to- boom-to-170-billion-by-2022